Coari: uma cidade de cultura, história e natureza!
Últimas postagens

Regime das Águas: Uma Análise Crítica da Luta Humana sob o Domínio da Natureza Amazônica – 1985
O livro Regime das Águas, de Francisco Vasconcelos, retrata a luta pela sobrevivência na Amazônia. A obra explora como o ciclo dos rios e um sistema econômico opressor moldam o destino dos ribeirinhos. Por meio do protagonista Zé Pedro, o autor denuncia a exploração social e celebra a resiliência humana diante de uma natureza soberana e muitas vezes cruel.

Regime das Águas: o Império do Rio e a Resiliência Humana – 1985
A obra de Vasconcelos narra a luta de Zé Pedro contra as enchentes e a exploração social nos anos 40. Entre dívidas e a ilusão de Manaus, ele recusa o êxodo para manter sua dignidade. O livro foca na simbiose com a natureza, onde a vida segue o regime das águas, força a que o homem deve, por valores e sobrevivência, irremediavelmente obedecer.

Irmãs ASC em Coari – 1947
O texto narra a chegada, em 1947, de quatro Irmãs norte-americanas à Amazônia para missão evangelizadora e educativa. Em Coari, fundaram a primeira escola mista dirigida por religiosas no Brasil, inovando práticas educacionais e sociais. Com apoio dos Redentoristas, expandiram a educação na região, formando professores, enfrentando desafios culturais e geográficos e deixando um legado libertador na Amazônia.

Vale a Pena Contar – Coari na década de 1950
O excerto do livro “Vale a Pena Contar”, de Maria Julia de Mello Rodrigues, narra suas experiências marcantes vividas em Coari, interior do Amazonas, no ano de 1952. O texto aborda sua atuação na área da educação e na Igreja Batista, a superação de conflitos religiosos com padres locais, sua primeira gravidez e episódios memoráveis da vida amazônica, como o ataque de uma onça e o caso de uma jovem ferida por um candiru. Com linguagem intimista e histórica, o relato oferece uma rica visão da vida no interior do Brasil, destacando valores de fé, coragem, solidariedade e pioneirismo educacional na região amazônica.

Crônicas da Resistência: Projeto Literário da UFAM valoriza memória cultural em Coari
O projeto “Crônicas da Resistência”, realizado no Instituto de Saúde e Biotecnologia (ISB) da UFAM em Coari, promoveu oficinas de leitura e escrita de crônicas com estudantes, valorizando memórias culturais e vivências marcadas pela pandemia de COVID-19 e pela seca histórica de 2023. A iniciativa resultou no livro “Crônicas do ISB: criações, descobertas e revelações”, que reúne relatos sensíveis sobre o cotidiano, a cultura local e a vida acadêmica, fortalecendo o pertencimento, a memória e a resistência cultural na Amazônia.

Sílvio, o orador – 1961
O texto narra a história de Sílvio Barreto, um jovem com uma voz potente e um talento para a oratória, que se tornou uma figura conhecida em Coari. Durante a inauguração de uma quadra esportiva, Sílvio aproveitou a oportunidade para fazer um longo discurso exaltando as qualidades do prefeito Alexandre Montoril, seu dentista. Com um estilo peculiar e um vocabulário rebuscado, Sílvio transformou o evento em uma verdadeira homenagem ao prefeito, destacando suas diversas realizações para a cidade.
Fotos

Fotos Antigas de Coari – 03
Uma postagem com fotos da Coari antiga. Terceira página da série.

Fotos Antigas de Coari – 04
Mais uma coleção de fotos da Coari antiga que vem resgatar nosso patrimônio histórico e cultural.

Fotos de Coari – 01
Acervo de fotos de Coari dos anos 2000. Fotos tiradas por Roberto Tristão de parapente.
Vídeos

Toadas do Boi Corre Campo – Coari – 1993
Nesta postagem, vamos ouvir as toadas do boi-bumbá Corre Campo de Coari em 1993

Os Redentoristas em Coari – Década de 80
A história dos Redentoristas em Coari começou com a chegada dos padres Redentoristas americanos em nossa região. Veja nesse vídeo um pouco dessa saga na região no Médio Solimões.

Festival Folclórico de Coari – 1993
Vídeo do Festival Folclórico de 1993 – O último dos Bois Bumbá Rei Garantido e Corre Campo.

Entrevista com Milton Hatoum
Entrevista de Milton Hatoum realizada por Bob Fernandes em seu canal no YouTube.

Especial Arlindo Júnior – A Saga de Um Canoeiro
Homenagem da TV A Crítica ao ícone do Festival Folclórico de Parintins, Arlindo Júnior, o Pop da Selva.
Concurso Miss Coari

Cleomara vence o Miss Amazonas em 1992
Nesse texto podemos ler a narração da Folha de Coari sobre o concurso Miss Amazonas 1992 que aconteceu na cidade de Itacoatiara e foi vencido pela coariense Cleomara Araújo.

Fátima Acris – 50 Anos de Nossa Primeira Miss Amazonas
Vamos viajar juntos nesse artigo sobre a Miss Coari, Fátima Acris, primeira Miss Amazonas que concorreu representando a cidade de Coari em 1968

Secretaria de Cultura abre as inscrições para o Miss Coari 2016
A Prefeitura de Coari, por meio da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo, abre nesta quarta-feira, 01, as inscrições para o Concurso Miss Coari 2016.

A História do Miss Coari (1940 – 1979)
Neste artigo, poderemos analisar a história do concurso de beleza feminina Miss Coari, realizado desde 1940 até 1979.
Lendas
Mura-Cão-Era – (Lenda Coariense) – 06
Na lenda Mura-Cão-Era sintetizada por Antônio Cantanhede podemos observar a aniquilação de um povo indígena Mura que habitava originalmente na comunidade do Isidoro.
Eleitorado Macabro
Na narrativa Eleitorado Macabro podemos ter um recorte sobre Coari no final do XIX e início do século XX.
O Seringueiro e a Boiuna
Um conto de Mário Leite que narra uma convivência arriscada entre um seringueiro e uma cobra grande num igarapé do interior de Coari.
Gregário, o Mateiro – 05
Nesse texto, podemos navegar na narrativa de Antônio Cantanhede, através de um conto denominado “Gregário, o Mateiro”, em que os fatos acontecidos tem o cenário nas terras coarienses.
A Lenda Coariense do Caripira – 004
Nesse texto podemos observar a narração da Lenda Caripira, uma das lendas mais clássica de nossa literatura Coariense.
J. Maciel

Realismo Fantástico
Realismo Fantástico, um poema do escritor coariense José Coelho Maciel.

Existe uma Literatura Coariense ?
A apresentação do livro “Uma Literatura Coariense” desenvolvida pelo escritor coariense José Maciel

Maria do Léu – Um perfil de mulher ou o retrato que gostaria de pintar – 1982
Maria do Léu, uma mulher simples e humilde do Amazonas, usou sua arte para defender os direitos dos pobres e oprimidos. Ela era uma compositora, repentista e cantadora popular, que não tinha medo de enfrentar os poderosos. Seus poemas eram críticas à desigualdade social e aos abusos de poder, e eram frequentemente usadas para mobilizar o povo em torno de causas sociais. Embora Maria do Léu tenha partido, seu legado permanece vivo e continua a inspirar todos aqueles que lutam por justiça e igualdade.

Uma praça que já foi minha
Sai cedo de casa para ir ao centro comercial de Manaus. Estacionei o carro na Rua Barroso, próximo ao antigo prédio da biblioteca pública, onde décadas atrás funcionava, além da
Músicas Coarienses

Amazônia na Dança das Águas – Adal Amazônico – 2015
Amazônia na Dança das Águas é uma música composta no ano de 2015, na cidade de Coari, durante a maior cheia já registrada na região amazônica. Adal ao observar o fenômeno cíclico da natureza, em que as ruas de sua cidade natal estão tomadas pelas águas e os peixes nadando pelas vias públicas do centro de Coari, se inspira para compor uma das mais belas canções de seu repertório com temática amazônida.

Toadas do Boi Corre Campo – Coari – 1993
Nesta postagem, vamos ouvir as toadas do boi-bumbá Corre Campo de Coari em 1993

3º Festival da Música Coariense — 1985
Neste post podemos observar como foi o 3º Festival da Música Coariense que aconteceu em 1985.

Histórias de Boi-Bumbá – José Willace
A mais expressiva toada do boi-bumbá Rei Garantido no Festival Folclórico de Coari no ano 1993. Lembrança do último festival com a participação dos bois-bumbá de Coari.

Músicas Coarienses
Seja bem-vindo. A proposta do post é propiciar acesso a um repertório de músicas que falam sobre a cidade de Coari, composta em Coari ou por coarienses. . . .
História de Coari

Coari no Século XIX: um ensaio sobre a formação do povo coariense
Nesse ensaio vamos perceber como se deu a formação do povo coariense no primeiro instante de sua evolução histórica, cultural e administrativa.

Gregório José Maria Bene e a Mudança da Freguesia de Alvellos – 1855
Nesse texto vamos narrar a sagra do Frei italiano Gregório José Maria Bene em três missões diferentes no Brasil.

Irmãs ASC em Coari – 1947
O texto narra a chegada, em 1947, de quatro Irmãs norte-americanas à Amazônia para missão evangelizadora e educativa. Em Coari, fundaram a primeira escola mista dirigida por religiosas no Brasil, inovando práticas educacionais e sociais. Com apoio dos Redentoristas, expandiram a educação na região, formando professores, enfrentando desafios culturais e geográficos e deixando um legado libertador na Amazônia.

A História do Miss Coari (1940 – 1979)
Neste artigo, poderemos analisar a história do concurso de beleza feminina Miss Coari, realizado desde 1940 até 1979.

Gregório José Maria Bene e a Mudança da Freguesia de Alvellos – 1855
Nesse texto vamos narrar a sagra do Frei italiano Gregório José Maria Bene em três missões diferentes no Brasil.

História da Catedral de Santana e São Sebastião
A Catedral de Santana e São Sebastião em Coari é um importante símbolo religioso e cultural para a cidade e é conhecida por sua torre imponente, a mais bonita das igrejas do Solimões.

Havia Disputa de Futebol entre o Comercial e o Ipiranga
Nas Tarde de Domingo. Havia Disputa de Futebol entre o Comercial e o Ipiranga. Alguns “Craques” daqueles tempos. Francisco Vasconcelos Em meu Coari de outrora, sequer faltavam times de futebol

Padre Samuel Fritz – Uma Saga no Solimões
Padre Samuel Fritz, missionário jesuíta tcheco, evangelizou alguns povos indígenas da Amazônia, fundando aldeias e mapeando a região.

Fotos Antigas de Coari – 04
Mais uma coleção de fotos da Coari antiga que vem resgatar nosso patrimônio histórico e cultural.
Francisco Vasconcelos

Coari – Um Retorno as Origens
E-book Coari – um retorno as origens – Francisco Vasconcelos.

Regime das Águas: Uma Análise Crítica da Luta Humana sob o Domínio da Natureza Amazônica – 1985
O livro Regime das Águas, de Francisco Vasconcelos, retrata a luta pela sobrevivência na Amazônia. A obra explora como o ciclo dos rios e um sistema econômico opressor moldam o destino dos ribeirinhos. Por meio do protagonista Zé Pedro, o autor denuncia a exploração social e celebra a resiliência humana diante de uma natureza soberana e muitas vezes cruel.

O Palhaço e a Rosa – Francisco Vasconcelos
Os OLHOS DA MOÇA PARECIAM FALAR. Toda a força de um desejo desenhando-lhe na alma a imagem do que seria a vida se ele ousasse entendê-la. Mas a covarde atitude

De como Stalin Apareceu em Coari
Francisco Vasconcelos Nesse texto do escritor coariense Francisco Vasconcelos, é contada a narrativa de como Stalin apareceu na cidade de Coari. E porque lembrança atrai lembrança, animo-me, pelo pitoresco que

Havia Disputa de Futebol entre o Comercial e o Ipiranga
Nas Tarde de Domingo. Havia Disputa de Futebol entre o Comercial e o Ipiranga. Alguns “Craques” daqueles tempos. Francisco Vasconcelos Em meu Coari de outrora, sequer faltavam times de futebol

Minha Máquina de Escrever – Francisco Vasconcelos
Minha Máquina de Escrever Francisco Vasconcelos . . Numa incerta busca de algo bem antigo, notei que me faltava alguma coisa além do que ansioso, procurava. Ah! A minha máquina

O Soldado da Borracha
Texto do coariense Francisco Vasconcelos, membro da Academia Amazonense de Letra, que narra sobre a modo de viver dos seringueiros, recrutados no Nordeste para serem Soldados da Borracha no período da 2ª guerra mundial.
Alexandre Montoril

Folclore Coariense: uma visão de Coari – 1957
Alexandre Montoril O poema “Folclore Coariense” é um retrato positivo da cidade de Coari, no Amazonas. O autor celebra o progresso da cidade, suas riquezas naturais e a qualidade de

Um depoimento – Alexandre Montoril 1946
Um relatório com prestação de conta de Alexandre Montoril elaborado no ano de 1946.

OS QUIXOTES DA VIOLA
No dia 4 de agosto corrente, na casa do Sr. Alexandre Montoril, com a presença do poeta e pintor José Coelho Maciel, num torneio amigável, com viola e tamborim, o seresteiro Braz Cardoso e o trovador Patativa, ambos cearenses, a cerca de vários assuntos de suas vidas de aventuras.

Alexandre Montoril – Personalidade Histórica
Archipo Góes . . . . . O nome Montoril deriva de “Montorio”, monte existente na Itália de onde os primeiros membros da família saíram no sentido de Portugal e






