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Fotos Antigas de Coari – 03

Página de fotos antigas da cidade de Coari.

A Villa de Coary foi construída a princípio com dois bairros: o primeiro foi Tauá-mirim, onde foi localizado o primeiro núcleo de Coari “Novo” e construído as primeiras habitações. Segundo Stradelli, Tauá-mirim significa “Aldeia Pequena ou Aldeiazinha”. O Segundo bairro, o Centro, local onde foi construído para ser a região comercial da nova vila.
O igarapé de São Pedro separava os bairros de Tauá-mirim e o Centro, sendo ligados por uma grande ponte de madeira de lei, assentada sobre arcadas de alvenaria. Ela media 120m de comprimentos e 3m de largura. Era um ponto mais frequentado pelos coarienses no início do século XX – (Foto de 1924). – Archipo Góes

Visto do Centro e Lago de Coari – Primeira metade do século XX

Coari Novo
Essa foto agora colorizada, foi tirada por Albert Frisch no ano de 1867, isso mesmo logo após a transferência da Freguesia de Coari para a foz do lago de Coari, onde permanece até hoje. É possível ver igarapé de São Pedro, o bairro de Tauámirim e a rua Rui Barbosa. – Archipo Góes

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2 comentários em “Fotos Antigas de Coari – 03”

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Guadalupe
Literatura
Archipo Góes

O Trio Guadalupe – 1987

O texto narra as memórias da autora sobre sua infância na década de 80, marcada pela paixão por filmes de dança e pela amizade com Sirlene Bezerra Guimarães e Ráifran Silene Souza. Juntas, as três formavam o Trio Guadalupe, um grupo informal que se apresentava em eventos escolares e da comunidade, coreografando e dançando com entusiasmo. O relato destaca a criatividade e a alegria das meninas, que improvisavam figurinos e coreografias, e a importância da amizade que as uniu. Apesar do fim do trio, as memórias das apresentações e da cumplicidade entre as amigas permanecem como um símbolo daquela época especial.

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maçaricos
Literatura
Archipo Góes

Os maçaricos do igarapé do Espírito Santo têm nomes

Maçaricos, aves e crianças, brincavam lado a lado no Igarapé do Espírito Santo em Coari–AM. Um local de rica vida natural e brincadeiras, o igarapé variava com as cheias e secas, proporcionando pesca, caça e momentos marcantes como a brincadeira de “maçaricos colossais” na lama. O texto lamenta a perda da inocência e da natureza devido à exploração do gás do Rio Urucu e faz um apelo para proteger as crianças e o meio ambiente.

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França
Literatura
Archipo Góes

O boi de França e o boi de Ioiô

O texto “O boi de França e o boi de Ioiô” é um importante documento histórico que contribui para a compreensão da cultura popular e da tradição do boi-bumbá no Amazonas. Através de uma narrativa rica em detalhes, o autor nos leva de volta ao ano de 1927 e nos apresenta aos personagens e eventos que marcaram a introdução dessa importante manifestação cultural em Coari.

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Corpo Santo
Literatura
Archipo Góes

Um Corpo Santo e as serpentes na brisa leve e na água agitada

O texto “Um Corpo Santo e as serpentes na brisa leve e na água agitada” é um belo exemplo de como a literatura pode ser usada para retratar a realidade social e ambiental da Amazônia. Através de uma linguagem rica e poética, o autor nos convida a refletir sobre a vida dos ribeirinhos, a beleza da natureza e a importância da preservação ambiental e social.

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Santana
Literatura
Archipo Góes

O Novenário de Santana

A crônica “O Novenário de Santana” é um belo exemplo de como a memória afetiva pode ser construída e transmitida através da escrita. Através de uma linguagem rica e descritiva, a autora nos transporta para sua infância e nos convida a compartilhar de suas emoções e saudades.

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Boto
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Archipo Góes

Entre águas e sonhos: uma tragédia anunciada – Botos

Entre Águas e Sonhos acompanha a jornada de um homem marcado por perdas em busca de redenção. Ele confronta seus demônios e os perigos da floresta, em meio à beleza e brutalidade da natureza. Encontros intrigantes e eventos misteriosos tecem um suspense envolvente, conduzindo a um desenrolar cheio de reviravoltas. Segredos da floresta, natureza humana e a busca por redenção se entrelaçam neste conto que te convida a desvendar o destino de um boto.

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A Escola
Crônicas
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Manuella Dantas narra nostalgicamente sua jornada na escola Nossa Senhora do Perpétuo Socorro. Ela destaca a mudança de uniforme, a rotina diária, as atividades recreativas e a interação com professores e alunos. A escola, repleta de memórias felizes e fundamentais para sua formação acadêmica, é retratada como uma parte importante de sua vida.

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Rolar para cima
Coari

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