Imágenes de progreso en la Amazonía: texto y fotografía como estrategia política en Coari, décadas de 1930 y 1940

política en Coari
Este artículo pone de relieve aspectos de la evolución político-administrativa de la economía y de la sociedad del municipio de Coari (Amazonas), en su relación con un conjunto de representaciones visuales y textuales producidas por cierto segmento político en los años 1930-1940. Examinamos históricamente el proceso de formación de ese núcleo urbano mediante la interpretación de las inversiones simbólicas realizadas por medio de recursos visuales (en especial la fotografía) con los que sucesivas municipalidades llenaron sus informes, en su relación con los discursos oficiales. Nuestra fuente principal son los informes municipales, instrumento fundamental, en aquel entonces, para la divulgación de los logros de los poderes ejecutivos municipales. Por ellos, inferimos las condiciones económicas, logísticas y sociales de las ciudades, así como las marcas de las relaciones de poder entre el ejecutivo y el legislativo del municipio y de la unidad federativa. A pesar de las dificultades por las que pasaba la ciudad, se notó que una parte significativa de los esfuerzos de los administradores de Coari fue consumida en la construcción de una imagen de permanente progreso. (política en Coari)

James Roberto Silva

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Aguas
Francisco Vasconcelos
Archipo Góes

Regime das Águas: Uma Análise Crítica da Luta Humana sob o Domínio da Natureza Amazônica – 1985

O livro Regime das Águas, de Francisco Vasconcelos, retrata a luta pela sobrevivência na Amazônia. A obra explora como o ciclo dos rios e um sistema econômico opressor moldam o destino dos ribeirinhos. Por meio do protagonista Zé Pedro, o autor denuncia a exploração social e celebra a resiliência humana diante de uma natureza soberana e muitas vezes cruel.

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Regime das Águas
Francisco Vasconcelos
Archipo Góes

Regime das Águas: o Império do Rio e a Resiliência Humana – 1985

A obra de Vasconcelos narra a luta de Zé Pedro contra as enchentes e a exploração social nos anos 40. Entre dívidas e a ilusão de Manaus, ele recusa o êxodo para manter sua dignidade. O livro foca na simbiose com a natureza, onde a vida segue o regime das águas, força a que o homem deve, por valores e sobrevivência, irremediavelmente obedecer.

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Irma
História
Archipo Góes

Irmãs ASC em Coari – 1947

O texto narra a chegada, em 1947, de quatro Irmãs norte-americanas à Amazônia para missão evangelizadora e educativa. Em Coari, fundaram a primeira escola mista dirigida por religiosas no Brasil, inovando práticas educacionais e sociais. Com apoio dos Redentoristas, expandiram a educação na região, formando professores, enfrentando desafios culturais e geográficos e deixando um legado libertador na Amazônia.

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contar
Crônicas
Archipo Góes

Vale a Pena Contar – Coari na década de 1950

O excerto do livro “Vale a Pena Contar”, de Maria Julia de Mello Rodrigues, narra suas experiências marcantes vividas em Coari, interior do Amazonas, no ano de 1952. O texto aborda sua atuação na área da educação e na Igreja Batista, a superação de conflitos religiosos com padres locais, sua primeira gravidez e episódios memoráveis da vida amazônica, como o ataque de uma onça e o caso de uma jovem ferida por um candiru. Com linguagem intimista e histórica, o relato oferece uma rica visão da vida no interior do Brasil, destacando valores de fé, coragem, solidariedade e pioneirismo educacional na região amazônica.

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Cronica
Crônicas
Archipo Góes

Crônicas da Resistência: Projeto Literário da UFAM valoriza memória cultural em Coari

O projeto “Crônicas da Resistência”, realizado no Instituto de Saúde e Biotecnologia (ISB) da UFAM em Coari, promoveu oficinas de leitura e escrita de crônicas com estudantes, valorizando memórias culturais e vivências marcadas pela pandemia de COVID-19 e pela seca histórica de 2023. A iniciativa resultou no livro “Crônicas do ISB: criações, descobertas e revelações”, que reúne relatos sensíveis sobre o cotidiano, a cultura local e a vida acadêmica, fortalecendo o pertencimento, a memória e a resistência cultural na Amazônia.

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Silvio
Literatura
Archipo Góes

Sílvio, o orador – 1961

O texto narra a história de Sílvio Barreto, um jovem com uma voz potente e um talento para a oratória, que se tornou uma figura conhecida em Coari. Durante a inauguração de uma quadra esportiva, Sílvio aproveitou a oportunidade para fazer um longo discurso exaltando as qualidades do prefeito Alexandre Montoril, seu dentista. Com um estilo peculiar e um vocabulário rebuscado, Sílvio transformou o evento em uma verdadeira homenagem ao prefeito, destacando suas diversas realizações para a cidade.

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Brisa
Literatura
Archipo Góes

Minha Brisa Rosa

A autora relembra sua infância em Coari e as aventuras com sua bicicleta Brisa rosa, presente de seu pai em 1986. Após passeios noturnos pela cidade, um acidente lhe deixou uma cicatriz e encerrou sua relação com a bicicleta. A história mistura nostalgia e a lembrança de uma época marcada por diversão e pequenos riscos.

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Escadaria
Crônicas
Archipo Góes

Escadaria

O texto descreve uma viagem nostálgica da autora ao ser transportado de um trânsito parado para memórias de infância nos anos 80 em Coari. O caminho até a escadaria envolvia passar por figuras e locais marcantes da cidade. Ao chegarem ao rio, ela passava horas flutuando e apreciando aquele cenário.

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Rolar para cima
Coari

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