Roberval Vieira

Olhei para a imensidão do lago e pensei:
“Como é belo e misterioso!”
O sol procurava seu leito noturno, e a noite
o esperava chegar tristonho…
Os pescadores voltavam cansados.
As águas serenas e tranquilas, como se fosse
a alcova do mundo.
Ao longe se ouvia um canto triste, trazendo
as lembranças de alguém que se foi.
Chegou a noite, berço dos sonhos e morada de
Todas saudades
Apenas as águas tremulavam, e a
solidão dominava todo lago.
Alguns passos serenos se ouve, (um vulto) ou talvez
Mãe d’água, que conta histórias para os encantados.
Coari-AM, 13 de março de 1973.
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