Literatura

Aguas

Regime das Águas: Uma Análise Crítica da Luta Humana sob o Domínio da Natureza Amazônica – 1985

O livro Regime das Águas, de Francisco Vasconcelos, retrata a luta pela sobrevivência na Amazônia. A obra explora como o ciclo dos rios e um sistema econômico opressor moldam o destino dos ribeirinhos. Por meio do protagonista Zé Pedro, o autor denuncia a exploração social e celebra a resiliência humana diante de uma natureza soberana e muitas vezes cruel.

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Regime das Águas

Regime das Águas: o Império do Rio e a Resiliência Humana – 1985

A obra de Vasconcelos narra a luta de Zé Pedro contra as enchentes e a exploração social nos anos 40. Entre dívidas e a ilusão de Manaus, ele recusa o êxodo para manter sua dignidade. O livro foca na simbiose com a natureza, onde a vida segue o regime das águas, força a que o homem deve, por valores e sobrevivência, irremediavelmente obedecer.

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contar

Vale a Pena Contar – Coari na década de 1950

O excerto do livro “Vale a Pena Contar”, de Maria Julia de Mello Rodrigues, narra suas experiências marcantes vividas em Coari, interior do Amazonas, no ano de 1952. O texto aborda sua atuação na área da educação e na Igreja Batista, a superação de conflitos religiosos com padres locais, sua primeira gravidez e episódios memoráveis da vida amazônica, como o ataque de uma onça e o caso de uma jovem ferida por um candiru. Com linguagem intimista e histórica, o relato oferece uma rica visão da vida no interior do Brasil, destacando valores de fé, coragem, solidariedade e pioneirismo educacional na região amazônica.

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Cronica

Crônicas da Resistência: Projeto Literário da UFAM valoriza memória cultural em Coari

O projeto “Crônicas da Resistência”, realizado no Instituto de Saúde e Biotecnologia (ISB) da UFAM em Coari, promoveu oficinas de leitura e escrita de crônicas com estudantes, valorizando memórias culturais e vivências marcadas pela pandemia de COVID-19 e pela seca histórica de 2023. A iniciativa resultou no livro “Crônicas do ISB: criações, descobertas e revelações”, que reúne relatos sensíveis sobre o cotidiano, a cultura local e a vida acadêmica, fortalecendo o pertencimento, a memória e a resistência cultural na Amazônia.

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Silvio

Sílvio, o orador – 1961

O texto narra a história de Sílvio Barreto, um jovem com uma voz potente e um talento para a oratória, que se tornou uma figura conhecida em Coari. Durante a inauguração de uma quadra esportiva, Sílvio aproveitou a oportunidade para fazer um longo discurso exaltando as qualidades do prefeito Alexandre Montoril, seu dentista. Com um estilo peculiar e um vocabulário rebuscado, Sílvio transformou o evento em uma verdadeira homenagem ao prefeito, destacando suas diversas realizações para a cidade.

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Garantianos

Correcampenses x Garantianos

A crônica Correcampenses x Garantianos, narra a rivalidade entre os bois-bumbás Corre-Campo e Garantido em Coari, marcada por brigas e um episódio de violência em 1989. A retomada do festival em 1993 e a vitória do Corre-Campo geraram reações distintas. A crônica reflete sobre a polarização social, a cultura popular como identidade local e a importância da tolerância para a harmonia.

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Santana

Um dia de Santana em Coari em uma Igreja Ministerial

O texto narra a vivência da festa da padroeira de Coari, retratando a devoção à Santana, a padroeira da cidade, e a importância da fé para o povo local. A narrativa destaca a movimentação do porto, a participação dos trabalhadores da castanha, a procissão, a missa e o arraial, revelando a religiosidade popular e a cultura local. A história do patrão e dos trabalhadores da castanha ilustra a exploração do trabalho na região, enquanto a presença do bispo e dos padres reforça o papel da Igreja Católica na comunidade. O texto termina com a reflexão sobre a fé, a esperança e a importância da preservação da tradição.

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Rolar para cima
Coari

Direiros Autorais

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