Mais uma coleção de fotos da Coari antiga que vem resgatar nosso patrimônio histórico e cultural.




Hoje em dia. poucas pessoas sabem onde ficava.



Local: Unidade Mista de Coari (hospital)









































O livro Regime das Águas, de Francisco Vasconcelos, retrata a luta pela sobrevivência na Amazônia. A obra explora como o ciclo dos rios e um sistema econômico opressor moldam o destino dos ribeirinhos. Por meio do protagonista Zé Pedro, o autor denuncia a exploração social e celebra a resiliência humana diante de uma natureza soberana e muitas vezes cruel.

A obra de Vasconcelos narra a luta de Zé Pedro contra as enchentes e a exploração social nos anos 40. Entre dívidas e a ilusão de Manaus, ele recusa o êxodo para manter sua dignidade. O livro foca na simbiose com a natureza, onde a vida segue o regime das águas, força a que o homem deve, por valores e sobrevivência, irremediavelmente obedecer.

O texto narra a chegada, em 1947, de quatro Irmãs norte-americanas à Amazônia para missão evangelizadora e educativa. Em Coari, fundaram a primeira escola mista dirigida por religiosas no Brasil, inovando práticas educacionais e sociais. Com apoio dos Redentoristas, expandiram a educação na região, formando professores, enfrentando desafios culturais e geográficos e deixando um legado libertador na Amazônia.

O excerto do livro “Vale a Pena Contar”, de Maria Julia de Mello Rodrigues, narra suas experiências marcantes vividas em Coari, interior do Amazonas, no ano de 1952. O texto aborda sua atuação na área da educação e na Igreja Batista, a superação de conflitos religiosos com padres locais, sua primeira gravidez e episódios memoráveis da vida amazônica, como o ataque de uma onça e o caso de uma jovem ferida por um candiru. Com linguagem intimista e histórica, o relato oferece uma rica visão da vida no interior do Brasil, destacando valores de fé, coragem, solidariedade e pioneirismo educacional na região amazônica.

O projeto “Crônicas da Resistência”, realizado no Instituto de Saúde e Biotecnologia (ISB) da UFAM em Coari, promoveu oficinas de leitura e escrita de crônicas com estudantes, valorizando memórias culturais e vivências marcadas pela pandemia de COVID-19 e pela seca histórica de 2023. A iniciativa resultou no livro “Crônicas do ISB: criações, descobertas e revelações”, que reúne relatos sensíveis sobre o cotidiano, a cultura local e a vida acadêmica, fortalecendo o pertencimento, a memória e a resistência cultural na Amazônia.

O texto narra a história de Sílvio Barreto, um jovem com uma voz potente e um talento para a oratória, que se tornou uma figura conhecida em Coari. Durante a inauguração de uma quadra esportiva, Sílvio aproveitou a oportunidade para fazer um longo discurso exaltando as qualidades do prefeito Alexandre Montoril, seu dentista. Com um estilo peculiar e um vocabulário rebuscado, Sílvio transformou o evento em uma verdadeira homenagem ao prefeito, destacando suas diversas realizações para a cidade.

A autora relembra sua infância em Coari e as aventuras com sua bicicleta Brisa rosa, presente de seu pai em 1986. Após passeios noturnos pela cidade, um acidente lhe deixou uma cicatriz e encerrou sua relação com a bicicleta. A história mistura nostalgia e a lembrança de uma época marcada por diversão e pequenos riscos.

O texto descreve uma viagem nostálgica da autora ao ser transportado de um trânsito parado para memórias de infância nos anos 80 em Coari. O caminho até a escadaria envolvia passar por figuras e locais marcantes da cidade. Ao chegarem ao rio, ela passava horas flutuando e apreciando aquele cenário.

O conteúdo do site Cultura Coariense é aberto e pode ser reproduzido, desde que o autor “ex: Archipo Góes” seja citado.
3 comentários em “Fotos Antigas de Coari – 04”
A Praça Getúlio Vargas, com seu cenário de época inesquecível, com chafariz azul, ponte em arco sobre a estrutura de um lago estilizado, é uma lembrança inesquecível dessa Coari dos anos 70, 80 e 90… Existem várias Coaris.
Engraçado! Uma vez, no tempo que estudava no colégio Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, nos anos 90, enfiei o pé num buraco na praça (deixados por esses postes de luz), quase quebro o pé! Porém, não sabia que havia postes cortando na praça, pois já a fui conhecê-la só com as árvores, sem os postes. Agora que vim saber da onde vieram os tais buracos! Imaginem as histórias das outras coisas dos arredores que ainda não sabemos?!
Fascinante de poder voltar ao passado e cair numa nostalgia de momentos inesquecíveis e reflexivos de saber como era a nossa cidade, pessoas e lugares.