Roberval Vieira

Olhei para a imensidão do lago e pensei:
“Como é belo e misterioso!”
O sol procurava seu leito noturno, e a noite
o esperava chegar tristonho…
Os pescadores voltavam cansados.
As águas serenas e tranquilas, como se fosse
a alcova do mundo.
Ao longe se ouvia um canto triste, trazendo
as lembranças de alguém que se foi.
Chegou a noite, berço dos sonhos e morada de
Todas saudades
Apenas as águas tremulavam, e a
solidão dominava todo lago.
Alguns passos serenos se ouve, (um vulto) ou talvez
Mãe d’água, que conta histórias para os encantados.
Coari-AM, 13 de março de 1973.
Postagens Relacionadas

Um depoimento - Alexandre Montoril 1946
Um relatório com prestação de conta de Alexandre Montoril elaborado no ano de 1946.

Entrevista Milton Hatoum: o acerto de contas
O escritor Milton Hatoum fala, em entrevista, sobre Pontos de Fuga, segundo romance da trilogia O Lugar Mais Sombrio, e ...

Minha Máquina de Escrever - Francisco Vasconcelos
Minha Máquina de Escrever
Francisco Vasconcelos
.
.
Numa incerta busca de algo bem antigo,
notei que me faltava alguma ...









